08 dezembro 2007
Há precisamente um ano...
27 outubro 2007
23 outubro 2007
Fátima vs SCP
20 outubro 2007
Uma questão de racionalidade lógica
Há pouco, fiquei a saber, pelo meu sobrinho - um não convicto sportinguista, porque só o é desde a passada época, cooptado, às hostes benfiquistas pelo pai, perante um lugar cativo em Alvalade XXI – que no estádio do Restelo se iria realizar o Fátima vs Sporting, para a taça da liga.
Por tais factos e fruto da experiência adquirida, disse-lhe que não valia a pena lá ir, já que o resultado era a derrota do SCP, já que N.S.Fátima não permitiria uma vitória, contra a equipa da sua terra, como ficou demonstrado, no passado, com a eliminação do FêCêPê.
Logo, mais à noite, confirmaremos a intercepção “Mariana”.
Mais uma maravilha da natureza
19 outubro 2007
Querem lá saber...
Buraco de Ozono - Foto retirada do site do SAPO para ilustrar o texto acima

18 outubro 2007
Altruísmo
Vejam este exemplo, abaixo documentado.
Local - Entrada da praia de S. Roque, Meia-Praia, Lagos, junto à foz da Ribeira de BENSAFRIM.
Caso passem por Lagos e estejam com vontade de ajudar os pobres animais, só precisam de seguir as indicações nas placas e aviso, afixados.
12 outubro 2007
Sem tema... antes da conclusão. Vivências, depois.
10 outubro 2007
Eixo Norte-Sul completo
03 setembro 2007
O cachorrinho “Maniche”, morreu.
Lembram-se?
Não. Não se lembram já…
Se querem ver uma criatura bela, amorosa, carinhosa e feliz, apesar das moléstias e enfermidades, que estão registadas, em textos anteriores, a rever para se recordarem do meu Manixito.
Numa manhã de fim de Agosto, cerca das 10 horas, o Sol brilhava e irradiava luz, por todo o lado, na marginal, linda, de uma cidadezinha, algarvia. O meu “cãozinho” passeava lá, à trela. Como de costume, encontrou-se com 2 “meninas”. Mãe e filha, de quem estava enamorado.
Já brincava, feliz, com os seus 15 meses de idade... caiu de lado e morreu.
Talvez, esse amor e esse desejo, intensos e desenfreados, de adolescente, o tenham matado.
Era vê-lo correr, puxando a trela e levando-me de rojo… em direcção aos canídeos, femininos… logo que os viu.
Lá chegou.
Cheiraram-se, como de costume e iniciaram uma dança em rodopio, com umas rosnadelas pelo meio, da mãe protectora. Quando se firmaram nas patas traseiras e se preparavam para um abraço a três, o Manixito, caiu de lado e olhou, ainda, de soslaio para a sua dona sénior, que tanto o acarinhou e amou. Parecia pedir-lhe ajuda ou estar a despedir-se… como a dizer, adeus e obrigado, por tudo o que me deste.
Tentei a reanimação…
Ali se finou o pobre “Manixito”, sem mais um latido… e foram muito poucos os que deu… podem-se contar, nos dedos das mãos, tal era a sua ruindade...
As suas diabruras maiores e os seus defeitos, não passaram de brincadeiras e traquinices de criança. Foram apenas, provocar sustos nas senhoras, agarrando-lhes e abocanhando-lhes as carteiras e sacos de compras, especialmente se fossem negros, como ele, ou, dando-lhes dentadinhas nos traseiros, provocando-lhes saltinhos e gritinhos, de prazer…
Tão pouco viveu, e, tanto sofreu o meu Maniche…
Tudo porque o mercantilismo e a globalização, transformaram o mundo, e, tudo se resume a cifrões… tudo se cria e tudo se vende, sem querer saber-se das consequências, que esse produto acabado, mas imperfeito, pode vir a dar, a quem o adquire.
O caso do Maniche é paradigmático… foi posto no mercado, com certificado de garantia, mas, aos 4 meses, foi operado a uma pata, e, aos 5, à outra. Sofria de displasia em último grau. Comparativamente aos outros e mais novos, com que brincava, já se tinha reparado que ele se cansava, muito, pois que a meio das brincadeiras parava, enquanto os outros continuavam. Desconfiávamos que ele poderia ter problemas cardíacos, e, preparávamo-nos para chamar a atenção do seu veterinário, para o facto, numa próxima consulta.
Já não é necessária.
A família ficou desolada, como de um dos seus elementos se tratasse...
Ainda hoje, qualquer sombra ou qualquer actividade, relativa à salvaguarda dos utensílios, móveis e maquinaria, da casa, o fazem lembrar, já que o inconsciente, não registou ou não quis registar, a nefasta ocorrência e a perda daquela jóia, sobressaltando-se, para que se tome a devida protecção, para que não fiquem ao alcance da sua dentuça, que o relembra também, porque ficou "registada", nos cantos e tampos salientes dos móveis assim como nas portas e roda-pés.
O “MANICHE” morreu.
Viva o “MANICHE”, perene, nas nossas memórias, como um ser fiel, amigo, carinhoso, brincalhão, que passou pela vida, por período curto, mas cheio de felicidade, porque foi adorado, estimado e amado, por todos os que com ele repartiram o seu tempo.
Sê muito feliz Maniche, no LIMBO, que o Criador criou, para todo o sempre.
12 de Agosto - 18 dias antes de falecer
25 junho 2007
Uma ida ao Paraíso




