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ISS high resolution videos over the Earth
O nosso planeta é tão belo. E, querem destruí-lo, com acções e guerras NBQ...
Não se esqueçam, que estão a destruir o vosso nome, que perecerá, com a ausência dos vossos descendentes sobre a Terra, em vez de vos tornar perenes, como foi o sonho de nossos antepassados.
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Portugalíssimo: O brilhante currículo profissional do formiga Migu...
Portugalíssimo: O brilhante currículo profissional do formiga Migu...: O brilhante currículo profissional do formiga Miguel Macedo Vejam o currículo profissional do ministro que disse que em Portuga...
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07 dezembro 2011
Carta a um filho sobre estes dias que correm
A todos os pais e filhos deste país, digo eu.
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Transcrição do Público
Artigo de José Manuel Fernandes
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Carta a um filho sobre estes dias que correm
Sexta-feira, 21 de Outubro de 2011 às 19:49
Esta semana, no Público, escrevi sobre o que nos meteu neste poço a que só agora vemos as paredes escuras, negras, aterradoras. Defendi, numa carta imaginária a um filho, que o dever dos que têm a minha idade, sobretudo dos que estão instalados, não é declarem-se “indignados” por perderem alguns direitos – é aceitarem este ajustamento doloroso mas necessário para libertar recursos para os que têm mesmo razões para se indignarem, os da idade dele.
Escrevo-te no final de um estranho mês de Outubro. Depois de um Verão triste, tivemos sol e calor. Na praia e o mar estava estranhamente calmo. Teriam sido semanas descontraídas e alegres se não fossemos lendo as notícias. Sabíamos que elas, quando chegassem, seriam más – mas não estávamos à espera de notícias tão más.
Não sou funcionário público e ainda nem falei com o teu avô, que perderá, nos próximos anos, os subsídios de férias e de Natal. Mas sei que os funcionários públicos e os pensionistas estão atordoados. É natural. Não estavam à espera. Ninguém estava à espera. Mesmo eu, que há muito defendia a necessidade de diminuir os gastos com a função pública, não imaginava que fosse assim.
No entanto tenho a percepção da fatalidade. Julgo que muita gente a tem. O dinheiro acabou. O nosso e até o que nos emprestam. Não posso nem quero imaginar que fosse através de mais
impostos que se resolvessem as aflições do próximo Orçamento, como parece sugerir o Presidente da República. Não posso nem quero imaginar que o governo deste país continuasse a fazer como os governos do passado, a fingir que cumpria as metas disfarçando as dívidas.
É por isso que não posso deixar de pensar: o que foi que nos trouxe até aqui? O que foi que nos meteu neste poço a que só agora vemos as paredes escuras, negras?
Também te escrevo envergonhado. Porque escrevo para te dizer, por exemplo, que quando tiveres a minha idade, se ainda andares por este país, continuarás a pagar centenas e centenas de quilómetros de auto-estradas que se degradarão antes de chegarem a ter movimento que se veja. Ou para te alertar que bem antes de chegares à idade da reforma o sistema de pensões terá entrado em colapso (dizem-me que ainda haverá dinheiro para os da minha idade, mas não acredito).
Escrevo-te sobretudo para te contar como desperdiçámos a melhor oportunidade de um século de história. Ou mesmo dos últimos dois séculos.
Sei que muitos andam por aí a culpar “os políticos”. Têm razão: houve muita irresponsabilidade política, houve dolo e houve corrupção. Há alguns figurões a que nunca perdoarei, e espero que o país não perdoe. Mas eu não culpo só “os políticos”. Ou só “os banqueiros”, apesar de estes também terem contribuído para a irresponsabilidade do festim. Eu culpo também uma nação que se embebedou com a ilusão da riqueza fácil, do sonho de “ser como os outros europeus” no espaço de uma década.
No outro dia pus-me a olhar para o meu carro. Seria necessário ter um modelo tão bom? Não. Mas tudo estava feito para que o tivesse. Em poucos anos, Portugal encheu-se de automóveis. Na Europa só os italianos têm proporcionalmente mais carros do que os portugueses. O parque automóvel de Lisboa é imensamente mais rico do que o de Copenhaga ou Estocolmo. Mas não só. Somos o povo com mais telemóveis. E o que mais casas próprias comprou. Até casas de segunda habitação.
Muitos da minha geração fizeram tudo para proporcionar aos filhos os bens de consumo a que eles próprios não haviam tido acesso, mas não fizeram o suficiente para que muitos da tua geração saíssem mais cede de casa dos pais. Há quem diga que é assim porque ainda acreditamos nos valores familiares, mas eu desconfio. Afinal com que família sonhamos se, ao mesmo tempo, somos um dos países da Europa onde nascem menos crianças?
Não te vou contar a história de todas as oportunidades falhadas. Ou de todas as políticas criminosas. Ou de todos os roubos, que também os houve. Prefiro tentar, mais humildemente, explicar como te expropriámos o futuro.
Nasceste, como eu nasci, num país de cultura atávica. Num país onde se prefere a protecção do nepotismo ao risco da emancipação. Um país habituado à segurança, mesmo que na pobreza relativa. A revolução não nos mudou, apenas transformou tudo em direitos. Os empregos tinham de ser para a vida, de preferência empregos no Estado. Ninguém pôde tocar nas rendas antigas, pelo que a minha geração teve de ir á procura de casa própria e a tua… nem isso. Os despedimentos são tabu. Houve até quem assumisse “direitos” como a reforma aos 55 ou 56 anos.
Neste país não há profissões: há posições. Quem as ocupa chama-lhes suas, e barra os caminho a todos os competidores. Neste país não há feriados: há “pontes” e fins-de-semana alargados. Neste país detesta-se a avaliação: somos todos “bons” ou “muito bons”. Neste país fala-se muito dos jovens, mas não há oportunidades nem bons olhos para os mais novos.
Enquanto a economia foi crescendo, enquanto o dinheiro (primeiro o dos emigrantes, depois o da Europa) foi chegando, parecia que corria tudo bem. Mas isso tinha de acabar, e acabou. Foi nessa altura que o desemprego dos da tua idade começou a disparar. Antes de disparar todo o desemprego.
Ninguém que, nessa época, chamasse a atenção para a insustentabilidade da nossa economia era ouvido. Gozava-se com o Medina Carreira. Diziam que todos os que chamavam a atenção para o risco de nos embebedarmos com os juros baixos eram apenas “velhos do Restelo”. Na nossa vida privada, comprávamos mais um plasma. No Estado, contratava-se mais uma PPP para outra auto-estrada.
Quando penso no que nos aconteceu como país, e no que aconteceu ao Estado, lembro-me das campanhas da Cofidis e outras empresas de crédito fácil. Para muitos, esse dinheiro ao virar da esquina e a ilusão de que os ordenados aumentariam todos os anos, levou-os a comprar hoje o que julgavam poder pagar amanhã. Até que começaram a ver o salário penhorado por dívidas e, mesmo sem perderem os empregos, perderam os rendimentos.
O país todo portou-se da mesma forma. Desde 1995 que consumimos, em média, mais dez por cento do que produzimos. Sempre a crédito. Sempre com dívidas maiores. Sempre sem sermos capazes de nos emendarmos a tempo.
O que se passou no Estado – por via de vários governos centrais, dos governos regionais e das autarquias – foi muito pior. Inventaram-se expedientes para continuar a gastar sem pagar. Já deves ter ouvido falar das PPP’s, mas são só uma parte do problema. Há empresas públicas fictícias que, para financiar o Estado, lhe compram os imóveis e, depois, lhos alugam. Outras que fazem as obras para as quais não há (nem havia) dinheiro, como nas escolas. Outras, como as de transportes, que são veículos de endividamento. Se na Madeira se construiu uma marina que nunca teve barcos, em Lisboa há outra marina na Expo que nunca serviu para nada e em Beja um aeroporto vazio. O Alqueva já consumiu milhões e ainda não rega um hectare. E por aí adiante. A lista é infindável e o espantoso é que os autores dos desmandos andam por aí a rir e a atirar setas aos que, agora, tentam concertar a casa em ruínas.
Vivemos de mentiras – votámos mesmo em mentiras apesar de vários alertas – e na ilusão de que o dinheiro chegaria sempre. Não chegou. A factura que estamos a pagar é imensa. A que te vamos deixar, além de imensa, é imoral.
Chegámos a uma altura em que um governo nos veio dizer que temos de empobrecer. Admiro-lhe a frontalidade (gostei muito de ver, por exemplo, a franqueza com que o ministro das Finanças se explicou na televisão). Gosto da lufada de ar fresco que representa esta sinceridade.
A ti isso pouco te importa. O que conta é saber se saímos inteiros do embate deste “martelo-pilão”, como lhe chama o Pacheco Pereira. Acho que sim. Podemos ter um Orçamento que é como “um Houdini algemado dentro de uma camisa-de-forças fechado num aquário de água salgada”, uma imagem do Pedro Guerreiro, mas tal como o Houdini não temos alternativa senão safarmo-nos.
Talvez tenhas ouvido dizer que assim se acrescenta recessão à recessão. É verdade, mas só num primeiro momento. Depois, a única esperança que a minha geração pode devolver à tua é quebrar o ciclo da dívida e permitir que, sem loucuras, os bancos possam voltar a financiar a economia. Prosseguir o caminho que vinha detrás é alimentar a ilusão de que, continuando o Estado a gastar dinheiro, ou a estimular o consumo que nos levou ao endividamento, a economia recupera. Não acredites: afunda-se ainda mais. E passará aos da tua idade um passivo ainda maior.
O dever dos que têm a minha idade, sobretudo dos que, melhor ou pior, viveram os anos do bem-bom e estão razoavelmente instalados, não é declarem-se “indignados” por perderem alguns direitos – é aceitarem que algum ajustamento nos seus hábitos, mesmo um ajustamento doloroso e duro, é necessário para libertar recursos para os que têm realmente razões para se indignarem. Os da tua idade.
A minha geração passou a vida a reivindicar direitos pagos pelo dinheiro de todos. Ainda hoje continuo a ouvir por todo lado gente a pedir que se use o Estado para “apostar” na economia, o que quase sempre significa apostar nas empresas amigas. Possa a tua geração fazer em Portugal o que tantos de vocês fizeram emigrando: correr riscos, inovar, trabalhar com ambição, cerrar os dentes. A muitos da minha geração só se lhes saírem da frente. Mesmo deixando-te as SCUT’s para pagar.
Público, 21 Outubro 2011
03 outubro 2011
S. Exª o Sr Presidente da República pediu aos portugueses para não desistirem, conforme a notícia no link http://economico.sapo.pt/noticias/cavaco-pede-aos-portugueses-para-nao-desistirem_128189.html.
E eu pergunto.
Mas desistir de quê?
De procurar trabalho?
De procurar salário?
De procurar saúde?
De procurar educação?
De procurar pão?
De procurar habitação?
De procurar bem-estar para os filhos?
De procurar justiça?
De procurar a razão porque há alguns políticos que são corruptos?
De procurar a razão porque são tantos deputados na AR?
De procurar a razão porque se retiram os prémios aos bons alunos?
De procurar a razão porque se pagam chorudos prémios aos gestores públicos?
De procurar a razão porque foi fundado o BPN?
De procurar a razão porque foi nacionalizado o BPN?
De procurar a razão porque foi privatizado o BPN?
De procurar a razão porque não há condenados no BPN?
De procurar a razão porque foi feito o Freeport?
De procurar a razão porque houve luvas no Freeport?
De procurar a razão porque não há conclusões jurídicas no Freeport?
De procurar a razão porque não há condenados no Freeport?
De procurar a razão porque há o caso das sucatas?
De procurar a razão porque há arguidos ligados à política no caso das sucatas?
De procurar a razão porque há políticos que se mudam para a área financeira?
De procurar a razão porque há políticos arguidos que são premiados e continuam na política e acumulam com actividades profissionais?
De procurar a razão porque a Justiça é lida pelos juristas e magistrados de forma diversa?
De procurar a razão porque o desporto e a política andam de mãos dadas?
Sim. Poderá ter V. Exª ter a certeza que os portugueses não desistirão de ter:
- Vontade de obterem qualificações como têm os europeus
- Vontade de contribuir para uma melhor Europa
- Vontade de trabalhar com afinco
- Vontade de serem bons profissionais nas suas actividades e comunidades
- Vontade de serem dirigidos por bons gestores
- Vontade de serem dirigidos por bons lideres
- Vontade de serem dirigidos por bons políticos
- Vontade de serem melhores portugueses
- Vontade de serem bons pais de família
- Vontade de obter melhor educação e qualificações para os seus filhos
- Vontade de obter melhor saúde para as suas famílias
- Vontade de obter bem-estar
- Vontade de obter uma remuneração justa
- Vontade de ter uma habitação condigna para a sua família
Sim. Poderá ter V. Exª a certeza que os portugueses sabem bem que:
- é crítica a situação em que se encontra o país, por culpa dos políticos e banqueiros, do interior e exterior do país.
- terão que fazer sacrifícios no curto prazo
- que farão todos os sacrifícios que lhe são pedidos pelos políticos no curto prazo
- que não poderão desculpar os políticos, que lhe pediram os sacrifícios, que não consigam tirar o país da situação criada no curto prazo
Todos os portugueses sabem que, Portugal é perene e não desaparecerá, por mais que os corruptos e incapazes políticos façam para debilitar o país.
Viva Portugal e os portugueses
E eu pergunto.
Mas desistir de quê?
De procurar trabalho?
De procurar salário?
De procurar saúde?
De procurar educação?
De procurar pão?
De procurar habitação?
De procurar bem-estar para os filhos?
De procurar justiça?
De procurar a razão porque há alguns políticos que são corruptos?
De procurar a razão porque são tantos deputados na AR?
De procurar a razão porque se retiram os prémios aos bons alunos?
De procurar a razão porque se pagam chorudos prémios aos gestores públicos?
De procurar a razão porque foi fundado o BPN?
De procurar a razão porque foi nacionalizado o BPN?
De procurar a razão porque foi privatizado o BPN?
De procurar a razão porque não há condenados no BPN?
De procurar a razão porque foi feito o Freeport?
De procurar a razão porque houve luvas no Freeport?
De procurar a razão porque não há conclusões jurídicas no Freeport?
De procurar a razão porque não há condenados no Freeport?
De procurar a razão porque há o caso das sucatas?
De procurar a razão porque há arguidos ligados à política no caso das sucatas?
De procurar a razão porque há políticos que se mudam para a área financeira?
De procurar a razão porque há políticos arguidos que são premiados e continuam na política e acumulam com actividades profissionais?
De procurar a razão porque a Justiça é lida pelos juristas e magistrados de forma diversa?
De procurar a razão porque o desporto e a política andam de mãos dadas?
Sim. Poderá ter V. Exª ter a certeza que os portugueses não desistirão de ter:
- Vontade de obterem qualificações como têm os europeus
- Vontade de contribuir para uma melhor Europa
- Vontade de trabalhar com afinco
- Vontade de serem bons profissionais nas suas actividades e comunidades
- Vontade de serem dirigidos por bons gestores
- Vontade de serem dirigidos por bons lideres
- Vontade de serem dirigidos por bons políticos
- Vontade de serem melhores portugueses
- Vontade de serem bons pais de família
- Vontade de obter melhor educação e qualificações para os seus filhos
- Vontade de obter melhor saúde para as suas famílias
- Vontade de obter bem-estar
- Vontade de obter uma remuneração justa
- Vontade de ter uma habitação condigna para a sua família
Sim. Poderá ter V. Exª a certeza que os portugueses sabem bem que:
- é crítica a situação em que se encontra o país, por culpa dos políticos e banqueiros, do interior e exterior do país.
- terão que fazer sacrifícios no curto prazo
- que farão todos os sacrifícios que lhe são pedidos pelos políticos no curto prazo
- que não poderão desculpar os políticos, que lhe pediram os sacrifícios, que não consigam tirar o país da situação criada no curto prazo
Todos os portugueses sabem que, Portugal é perene e não desaparecerá, por mais que os corruptos e incapazes políticos façam para debilitar o país.
Viva Portugal e os portugueses
10 outubro 2010
09 julho 2010
19 janeiro 2010
Mas como?
A propósito de uma notícia do Jornal Público, em que sabiamente fala o ex-ministro das finanças, Hernâni Lopes, fico com a minha ideia de que toda agente, neste país, em frente aos monitores e microfones, tem a solução, e, fala que é a redução do endividamento do Estado e do défice.
Ainda não vi nenhum a traduzir tal afirmação em acções concretas... porque as não há.
Não há matéria-prima (as fábricas não têm capital), não há qualidade e não há encomendas.
Continuo a não vislumbrar uma solução por parte de economistas e políticos.
Teremos que voltar ao laissez faire, laissez passer, de Colbert, com a troca directa, e, ao tempo de Roussau (todos os "políticos" são bons)
20 novembro 2009
Earth Song - Michael Jackson (legendado em português)
Ao mundo a tua canção que é tão bela. Que com Deus zeles, lá do alto, pela TERRA, e, ilumines as cabeças das alimárias que nos governam, para que o mundo seja perene e o futuro dos nossos netos. A ti, agora, a paz que nunca tiveste.
24 outubro 2009
A um amigo avançado no tempo das ideias
Sábado, 24 de Outubro.
De repente, lembro-me que, um amigo meu de infância e puberdade, me tinha convidado a estar presente, caso me encontrasse em Lisboa, na apresentação pública de um livro seu, em parceria.
Recordo-me, que na terra ele não me havia dado dados precisos, sobre a hora e a localização, mas que mais tarde alguém me enviaria um e-mail, dando conta.
Esse e-mail entretanto chegou, mas como andava eu atarefado, com outros afazeres, nem verifiquei, que os dados sobre a hora estavam omissos.
São 18h00... pego no telemóvel e zás...
Zé, a que hora é o lançamento?
De pronto me respondeu que era às 18h30.
Para honrar um compromisso, aí vai a correria, calma, para estar pronto, a horas do início da sessão.
À hora marcada ali estava eu, em pleno Campo Grande, à procura do 56... e ao longe, lá estava o chapéu de aba larga, sinal de que o Zé Albano estava por perto.
Em boa hora o fiz, e, não foi a primeira vez, que pude testemunhar, que na Beira se continuam a imortalizar "beirões", que descem à cidade como os lobos, onde são reconhecidos, o que não acontece entre os seus pares e as suas gentes, ou, se acontece, na maioria dos casos, já eles não podem saborear em vida, as alegrias e tristezas dos seu escritos.
Por acaso, a matéria do livro foi o erotismo na poesia, ou poesia no erotismo, temas que já tratou do antecedente, na sua poesia acróstica, através de um desafio, lançado pela co-autora. Mas, conta já um grande rol de temas, que versam as mais díspares matérias, que o tornam um nome, a considerar no futuro, dentro do seu género de escrita.
Para melhor se saber, para a maioria, que o não sabe, aconselho a ler o artigo, que no link aque qui fica - http://www.novaguarda.pt/noticia.asp?idEdicao=201&id=13832&idSeccao=2835&Action=noticia - de modo a que todos saibam e conheçam a sua biografia e bibliografia, e, que há gente que pelo seu fervor e vontade de aprender, se alcandura a patamares mais elevados, tornando-se conhecida pelo seu valor, aquém e além fronteiras, continuando a ser meros desconhecidos, ou loucos, pelas suas ideias e comportamentos avançados no tempo, na sua terra, e, junto dos seus pares.
Quem diria, quando nos sentávamos nas carteiras do nosso antigo colégio, do Externato da Imaculada Conceição, e já lá vão umas boas 5 décadas, que um dia te veria sentado em lugar de destaque, com obra literária, feita, que pelo menos ficará nas prateleiras e escaparates de livrarias e alfarrabistas, até ao Séc. XXX. Que, só é privilégio de alguns...
Das terras da Beira-Alta saiu sempre bom centeio... ainda há-de continuar a produzir por muitos e bons anos.
Parabéns Zé, cá ficamos à espera de mais poesia e de crónicas.
Colégio Militar
A propósito de várias notícias recentes só tenho a dizer:
Tanta polémica para quê?
É uma instituição já centenária, anterior ao Outubro negro de 1917…
Irá continuar, pois é dali que sairão os princípios perdidos, pela sociedade actual, para que amanhã se possa continuar Portugal, depois das experiências a que estamos a ser sujeitos.
Os homens passam, mas as instituições com base sólida são perenes