04 janeiro 2005

Vamos reatar o tempo do labor

O ano de 2004 se finou... e que tragédia no extremo oriente.

Há necessidade de a comunidade científica se unir para que se prevejam as catástrofes e se possam minimizar. Tanta tecnologia e que para nada serve... há que distribuir a informação em tempo útil e oportuno.

Tantas almas perdidas, de diversos credos e religiões, de um segundo para o outro, tanta desgraça e tanta fome durante estes últimos dias...

... senhores poderosos e não só, vejam aqui o exemplo de que o "homem" é um "zé ninguém", confrontado com a natureza... e com o sobrenatural. Gaste-se com a busca de novas tecnologias, para por ao serviço da "Humanidade" e acabem-se com as vaidades pessoais e políticas, que só fomentam a desavença e conduzem à "Guerra".

... lembrem-se que os dinossauros também existiram...

Que este ano de 2005 não traga desordem e infelicidade ao mundo e que se consigam avanços científicos na área da saúde e educação, para que o "Planeta" possa servir melhor a raça humana e todos os seres que nele habitam, para que se possa perpétuar a existência de seres vivos na Terra.

A todos os leitores um bom ano de 2005

Reflexões

Hoje recebi 1 mail do Secretário do Partido Sicialista... será porque me considera amigo... não tive o privilégio de lhe ser apresentado, nem tendo até ao presente momento entrado na sua Sede, nem em qualquer outra, ou ter escrito qualquer formulário de partido algum. Nessa carta consta um boletim de inscrição no partido, logo sinto-me assediado, tal e qual como se se tratasse de um produto de qualquer supermercado ou empresa de time sharing, introduzido na caixa de correio, com a indicação de não receber publicidade. Indica-se um novo "azimute"... não se diz é qual é a escala de referência nem qual é o valor a introduzir na bússola. Pelos vistos, serão elementos de anteriores equipas, que irão estabelecer os novos rumos... Será que a agulha vai indicar anteriores direcções? Aguardemos.

Tédio

Mais um fim de-semana de Janeiro... Ainda bem que ontem fui empurrado do aconchego de casa, para uma sala de cinema, por minha filha, que me fez recordar a minha meninice e os meus sonhos de curto prazo de estudante, adolescente, que eram os "bailaricos" nas épocas festivas - Natal, Ano Novo e Páscoa - e nas festas populares de Junho, assim como as festas da vila. Sim vila, já que não teve evolução e se deixou ultrapassar pelas suas vizinhas, hoje grandes cidades, porque tiveram classe política e empresarial, que lhe trouxeram prestígio e desenvolvimento. Chamava-se então o filme "shall we dance Mr. Clark?". Desde pequeno que aprendi a dançar e sempre que música ouço o meu pé estremece e deambula, nem que seja sobre a sola do sapato... Tenho imensa pena, apesar de ter tido oportunidades, fruto de vários condicinalismos, de nunca ter passado além do solfejo e do canto coral, e, por isso, a minha "real pena" de não ser "músico", mesmo que de forma amadora e só lúdica, para satisfação e entretenimento pessoal. Tudo isto para dizer que a dança me cativa e me empolga... mas, que poucas vezes tenho a sorte de por em prática; primeiro, porque era filho único e só como acima referi tinha possibiliadde de dar ao pé, já que a sociedade da altura era fechada e não permitia o contacto entre sexos opostos, fora dos cânones impostos e verificados in loco por qualquer um dos progenitores do lado feminino; segundo, após a fase inicial do matrimónio, pelo contrário, minha esposa, não é dada à dança, apesar de saber um pouco de música e até por vezes praticar... e a minha filha também não; por isso vejo-me arredado de uma actividade que me dá prazer, já que não tenho feitio, para como acontece com as dirversas gerações, que me sucederam, de andar a movimentar-me "sózinho" , apesar de poder estar rodeado de centenas de pessoas, a "abanar o capacete". As conclusões do filme são para ser lidas a dois, por forma a que cada um dos cônjuges, esteja atento às necessidades de preenchimento do tempo disponível do outro, já que no desenrolar do dia-a-dia e fruto do labor e da vida rotineira e rápida, por vezes não se nota a solidão do parceiro, que por circunstâcias e casualismoss, arranja alternativas afectivas, para ultrapassar a nostalgia e o marasmo em que cai, mesmo sem querer por em causa a vida familiar e o amor que os une, mas podendo por em risco a estabilidade familiar. Aconselho todos a ver o filme. Pois é, toda esta lamechice, por causa do crepúsculo vespertino e invernoso, que a pouco e pouco, lá fora, se apropria da luz e da cor, encaminhando-se prá noite profunda, que causa insónias aos mais débeis, e, grande tédio e nostalgia a quem tem como objectivo o esgotar das horas de lazer de mais um Domingo, pra que um novo dia comece, na manhã da 2º Feira, seguinte, provavelmente ao som de um"sonoclock" da Sony, produzido na China, cheio de notícias fatalistas, veiculos da desgraça e da miséria alheia, que nós não podemos socorrer, ou escandalosas, sobre políticos e dirigentes, que não têm categoria para o desempenho das altas funções que desenvolem, ou melhor, deveriam desenvolver, devido à falta de educação, ética, escrúpulos e seriedade. É com este espírito "negativo" que mais uma semana começa, mas é o "fado" do "Zé Português"... Sim, porque ainda a semana de trabalho começa às segundas-feiras... O luar começa a ser intenso e como tal é hora de parar a reflexão e me virar para a realidade... do final domingueiro. Boas-Vindas à noite.

05 dezembro 2004

O primeiro contacto

São as primeiras palavras dirigidas a todos os meus amigos, que queiram juntar-se à roda desta "mesa cibernética" e aqui alcançar um convívio salutar, de troca de experiências e de entretenimento, durante as horas de lazer.

Comecei por introduzir vistas e paisagens da nossa terra... outros temas serão bem acolhidos

A todos as boas-vindas e que o diálogo se estabeleça.

Votos de que tenham passado um Feliz Natal e um ano de 2005 cheio de venturas

ACMC52